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Instituição da Ordem de Cristo

TT, Ordem de Cristo e Convento de Tomar, liv. 234.

Livro das escrituras da Ordem de Cristo. 1560-1568

Após a extinção da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, autorizada pelo papa Clemente V, a pedido do rei de França, em 1310, em Frielas, a 14 de Abril, foi feito o tratado entre o rei  D. Dinis e o rei de Castela, para impedir que os bens da Ordem dos Templários fossem dados a estranhos aos respectivos reinos. D. Dinis mandou negociar, em Roma, a criação da uma nova ordem que o servisse e o ajudasse a defender o reino. O negócio foi cometido ao cavaleiro Lourenço e ao cónego de Coimbra, Pedro Pires, com procuração datada de 14 de Agosto de 1318.

TT, Gavetas, Gav. 7, mç. 5, n.º 2

Em 1319, foi instituída canonicamente a “Ordo Militiae Jesu Christi”, Ordem da Milícia de Nosso Senhor Jesus Cristo, ou Ordem de Cristo, fundada pela bula “Ad ea ex quibus”, do Papa João XXII, datada de 14 de Março de 1319.

Por esta bula, os direitos de visita e de correição foram entregues ao abade de Alcobaça, na medida em que seguiam a Regra de São Bento, na versão transmitida por Cister à Ordem de Calatrava. A referida bula autorizava ainda a incorporação na nova milícia, de Castelo Branco, Longroiva, Tomar, Almourol, e de todos os castelos, bens móveis e de raiz, direitos, jurisdições, honras, homens e vassalos que tinham pertencido à ordem suprimida.

TT, Gavetas, Gav. 7, mç. 8, n.º 1

Traslado da bula “Ad ea ex quibus cultus” do Papa João XII que institui e erige a Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo. 1319-03-14, Avinhão.

TT, Gavetas, Gav. 7, mç. 8, n.º 6

Assegurada, por ordem régia, a tradução da Bula “Ad ea ex quibus” para português, foi ratificada pelo rei D. Dinis.

 

Carta do rei D. Dinis pela qual mandava executar tudo o que se dizia na bula “Ad ea ex quibus cultus augeatur” do Papa João XXII pela qual instituíra a Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo. 1519-05-05, Santarém. 

TT, Gavetas, Gav. 7, mç. 8, n.º 5.

Pública-forma da tradução da bula do Papa João XXII pela qual se instituíra e erigira a Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo, mandada fazer pelo rei D. Dinis. 1320-05-11, Santarém.  Veja aqui o documento.

A bula do Papa João XXII pela qual se instituira e erigira a Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo, designando para sua residência a vila de Castro Marim, e lhe unia, aplicava e apropriava todos os rendimentos, jurisdições, posses, regalias e privilégios que em Portugal possuía e gozava a Ordem dos Templários, extinta pelo papa Clemente V e nomeava seu grão-mestre Egídio Martins, e sujeitava a Ordem à correcção e visitação dos abades de Alcobaça, datada de Avinhão, 14 de março de 1319.
Tem junto outra bula do mesmo Papa, pela qual dispensava ao grão-mestre e seus sucessores de satisfazer todos os três anos a visita “Ad Limina Apostolorum”, a que eram obrigados pelo seu juramento, datada de Avinhão, 15 de março de 1319. Feita pelo tabelião público Domingues Eanes.

Ainda em 1319, a 26 de Novembro, D. Dinis mandou entregar à Ordem de Cristo todos os domínios que tinham pertencido à Ordem do Templo, que guardara como seu procurador. Desta forma, se transformou numa ordem nacional.

TT, Gavetas, Gav. 7, mç. 11, n.º 5

O primeiro mestre, Gil Martins do Outeiro, era mestre de Avis, tendo sido dispensado dos votos anteriores, e autorizado a professar na nova Ordem.

Bula “Desiderantes ab intimis”, do Papa João XXII, remetida a Egídio Martins, grão-mestre da Ordem de Cristo, pela qual nomeava para administrador do mosteiro da mesma Ordem, o abade de Alcobaça e seus sucessores. 1519-03-05, Avinhão. 

Em 1321, em Lisboa, nas casas que tinham pertencido à Ordem do Templo, fizeram-se os primeiros estatutos, confirmados por D. Dinis, e, em 1326, foram elaborados os novos estatutos, confirmados por D. Afonso IV.

TT, Códices e documentos de proveniência desconhecida, n.º 159.

Seguiu-se o período de fixação no castelo de Castro Marim, que está relacionado com a missão de combate aos infiéis.

Livro das fortalezas situadas no extremo de Portugal e Castela por Duarte de Armas, escudeiro da Casa do rei D. Manuel I. [Entre 1495 e 1521]. 

 Em 1357, a sede foi transferida para o Convento de Tomar.

TT, Ordem de Cristo e Convento de Tomar, liv. 232

Tombo dos bens, rendas, direitos e escrituras da Mesa Mestral da Ordem de Cristo na vila de Tomar. 1542-1570. 

TT, SNI, n.º 4387

TT, SNI, n.º 72485

No Convento de Tomar são famosas a Janela Manuelina e a Charola.

Em 1407, por carta do mestre enviada aos almoxarifes e provedores das terras da Ordem de Cristo, foi ordenado que prestassem auxílio na demarcação das terras, herdades e possessões, bem como nas confrontações das mesmas e respectivos foros, registando-o em tombos, a depositar no Convento de Tomar.

TT, Ordem de Cristo e Convento de Tomar, liv. 311

De 1484 a 1521, D. Manuel, filho do infante D. Fernando e irmão do duque D. Diogo, regedores da Ordem de Cristo, governou a Ordem tomando medidas consideradas adequadas ao seu bom aproveitamento, sendo de referir o Capítulo Geral da Ordem de Cristo, de 14 de Outubro de 1503.

Definições feitas no Capítulo Geral da Ordem e Cavalaria de Cristo. 1503. 

Ao longo do século XIV, foi-se consolidando a sujeição da Ordem aos interesses e ao serviço do rei, evidenciada no funcionamento institucional, e no seu envolvimento na guerra santa realizada em África e no Oriente, na direcção espiritual dos novos territórios descobertos e colonizados, que lhe foi confiada pelo Infante D. Henrique, em 1454, e na intervenção directa assumida por D. Manuel, governador e administrador perpétuo do Mestrado e Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo, antes e depois de ser rei, como provam a representação da Esfera Armilar, do escudo de Portugal e da Cruz de Cristo, que iluminam um fólio do Tombo dos bens, rendas, direitos e escrituras do Convento de Tomar.

A intervenção directa do rei pode também ser documentada pelo Rol de peças e de obras enviado ao D. Prior do Convento de Tomar, copiado de um apontamento, provavelmente, escrito pelo rei, onde constavam indicações precisas sobre peças, paramentos, obras que o prior devia mandar executar no Convento de Tomar, a avaliação das casas dos moradores da cerca da vila para lhes serem construídas casas do mesmo valor em São Martinho, o encerramento das portas do Sol e de Almedina (esta de pedra e cal), os itens relativos ao frontal de prata, que devia ser feito de acordo com conversa anterior havida entre o rei e o prior, às cadeiras mandadas fazer para o sacerdote, diácono e sub-diácono, e ao que ficou por dar ao prior e freires. O rei concedeu-lhe numerosos privilégios, obtendo benefícios papais, destacando-se a criação das novas comendas, tornando-a proprietária de um património vasto, de bens e comendas situadas, maioritariamente, no centro e norte do país. D. João III, 11.º rei de Portugal, foi o segundo administrador do mestrado da Ordem de Cristo, com posse tomada a 23 de de Julho de 1523; a esse facto se refere o fólio 115 do Tombo dos bens, rendas, direitos e escrituras do Convento de Tomar, iluminado com a inicial E (de «El rei» ) e cercadura onde sobressaem a Cruz de Cristo, o escudo de Portugal e a Esfera Armilar.

Tombo dos bens, rendas, direitos e escrituras da Mesa Mestral da Ordem de Cristo na vila de Tomar. 1542-1570. 

TT, Ordem de Cristo e Convento de Tomar, liv. 231

TT, Ordem de Cristo e Convento de Tomar, liv. 231

Em 1531, pela Bula «Exposcit debitum», dada em Roma, em São Pedro, a 30 de Junho, o Papa Clemente VII, confirmou a reforma realizada no Convento de Tomar por Frei António de Lisboa, concedendo-lhe poder para elaborar regras e estatutos (de parceria com outros padres jerónimos a quem o rei desse o seu consentimento) a serem aprovados pela Sé Apostólica, a jurisdição dos priores sobre os religiosos e sobre os cavaleiros (enquanto permanecesse no Convento), a presença dos religiosos jerónimos de que o reformador necessitasse.

A reforma impunha-se pela ausência de regra no modo de viver dos freires, porque o prior deposto não tinha a formação própria da Ordem, porque ao ser criada pelo papa João XXII não tinha recebido nem regra nem estatutos, e ainda, porque, Frei António, ao visitar a Ordem, verificara que os freires não usavam o hábito que lhes estava destinado.

Na sequência da mesma bula, impôs o hábito aos primeiros 12 noviços. O rei concedeu-lhe a jurisdição prelatícia no termo de Tomar.

 Em 1551, pela bula “Praeclara clarissimi” do papa Júlio III, no reinado de D. João III, os Mestrados das Ordens Militares foram unidos à Coroa, anexando-os “in perpertuum”, passando a ser administrados pela Mesa da Consciência e Ordens, criada em 1533.
Descubra mais na Torre do Tombo…

  • Ordem de Cristo e Convento de Tomar (F). 1128 / 1837. Portugal, Torre do Tombo, Ordem de Cristo e Convento de Tomar
  • Habilitações para a Ordem de Cristo (Sr). 1564 / 1833. Portugal, Torre do Tombo, Mesa da Consciência e Ordens.
  • Secretaria do Mestrado da Ordem de Cristo (Sc). 1749 / 1833. Portugal, Torre do Tombo, Mesa da Consciência e Ordens.
  • Administração das comendas da Ordem de Cristo (Sssc). 1633/ 1833. Portugal, Torre do Tombo, Mesa da Consciência e Ordens.
  • Tombos das Comendas da Ordem de Cristo (Sr). 1572/ 1830. Portugal, Torre do Tombo, Mesa da Consciência e Ordens.
  • “Alvará porque sua majestade doou à Ordem de Cristo, a vila de Montemor-o-Velho, em lugar do Pombal de que fizera mercê de juro e herdade ao Conde de Oeiras”.1760-02-22. Portugal, Torre do Tombo, Arquivo do Arquivo, Avisos e Ordens, mç. 2, n.º 15
  • “Instrumento celebrado entre o procurador da Coroa e o das Ordens Militares; do qual consta desistir este do senhorio que a Ordem de Cristo tinha na vila de Pombal de que Sua Majestade fizera mercê de juro e herdade ao Conde de Oeiras e aceitava para a mesma ordem o da vila de Montemor-o-Velho que o dito senhor lhe doara em lugar daquela”.1760-03-01. Portugal, Torre do Tombo, Arquivo do Arquivo, Avisos e Ordens, mç. 2, n.º 16
  • Bula “Regimini Militantis Ecclesiae Meritis” do Papa Júlio III pela qual a instância do rei D. João III, tirou e separou do prior do Convento de Tomar a jurisdição que este tinha em todas as coisas pertencentes à Ordem de Cristo, deixando-lhe somente o governo dos conventos e mandou que a tal jurisdição assim separada, se conferisse em uma pessoa constituída em dignidade, que o rei elegeria a seu beneplácito, e poderia remover quando lhe parecesse; a qual pessoa poderia diminuir, acrescentar, tirar, renovar, e ainda fazer de novo quaisquer estatutos, não sendo contrários aos sagrados cânones. 1554-04-06. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 6, n.º 24
  • Instrumento de “trascrito reduzido em pública forma” com o teor da bula “Aeterni regis clementi” do Papa Sisto IV pela qual aprovou e confirmou as bulas de Nicolau V e Calisto III pelas quais foram concedidas aos reis de Portugal todas as ilhas e terra firme, assim descobertas como por descobrir, desde o Cabo Bojador e Cabo Não por toda a Guiné até à Índia e a jurisdição espiritual delas à Ordem de Cristo.1488-04-10. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 12, n.º 27
  • Bula do Papa Sisto IV “Aeterni regis clementi” pela qual aprovou e confimou as bulas de Nicolau V e Calisto III pelas quais foram concedidas aos reis de Portugal todas as ilhas e terra firme, assim descobertas como por descobrir desde o Cabo Bojador e Cabo Não por toda a Guiné até à Índia e a jurisdição espiritual delas à Ordem de Cristo.1481-06-21.Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 26, n.º 10
  • Instrumento de “trascrito reduzido em pública forma” com o teor da bula “Aeterni regis clementi” do Papa Sisto IV pela qual aprovou e confirmou as bulas de Nicolau V e Calisto III pelas quais foram concedidas aos reis de Portugal todas as ilhas e terra firme, assim descobertas como por descobrir, desde o Cabo Bojador e Cabo Não por toda a Guiné até à Índia e a jurisdição espiritual delas à Ordem de Cristo.1488-04-10. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 9, n.º 1.
  • Instrumento de “trascrito reduzido em pública forma” com o teor da bula “Aeterni regis clementi” do Papa Sisto IV pela qual aprovou e confirmou as bulas de Nicolau V e Calisto III pelas quais foram concedidas aos reis de Portugal todas as ilhas e terra firme, assim descobertas como por descobrir, desde o Cabo Bojador e Cabo Não por toda a Guiné até à Índia e a jurisdição espiritual delas à Ordem de Cristo.1488-04-10. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 19, n.º 37.
  • Instrumento de “trascrito reduzido em pública forma” com o teor da bula “Aeterni regis clementi” do Papa Sisto IV pela qual aprovou e confirmou as bulas de Nicolau V e Calisto III pelas quais foram concedidas aos reis de Portugal todas as ilhas e terra firme, assim descobertas como por descobrir, desde o Cabo Bojador e Cabo Não por toda a Guiné até à Índia e a jurisdição espiritual delas à Ordem de Cristo.1488-04-10. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 35, n.º 24.
  • Instrumento de “trascrito reduzido em pública forma” com o teor da bula “Aeterni regis clementi” do Papa Sisto IV pela qual aprovou e confirmou as bulas de Nicolau V e Calisto III pelas quais foram concedidas aos reis de Portugal todas as ilhas e terra firme, assim descobertas como por descobrir, desde o Cabo Bojador e Cabo Não por toda a Guiné até à Índia e a jurisdição espiritual delas à Ordem de Cristo.1488-04-10. Portugal, Torre do Tombo, Bulas, mç. 35, n.º 34.
  • Auto de avaliação das comendas e rendas da Ordem de Cristo que tinha Fernando da Silva.1511-06-06. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 10, n.º 44.
  • Alvará para frei D. Afonso de Lencastre, comendador-mor da ordem de Cristo, sobrinho do rei do seu Conselho e seu embaixador na côrte de Roma, armar em uma igreja ou mosteiro, de cavaleiro da dita ordem a Júlio Ricio, sobrinho de D. João Ricio de Montepulciano, cardeal do título de S. Vital.1557-03-24. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 100, n.º 144.
  • Carta do rei a dar parte a D. Cristóvão de Moura, marquês de Castelo Rodrigo e vice-rei neste Reino, que tendo mandado proibir a possessão de ofícios e benefícios fora da clausura aos religiosos da Ordem de Cristo, igualmente proibia que frei Jerónimo de Quintanilha fosse nomeado visitador daquela milícia. 1609-03-10. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 115, nº 67.
  • Representação que D. Diogo de Castro fez ao rei D. Filipe III sobre uma consulta da Mesa da Consciência e Ordens, a respeito do estado da Ordem de Cristo e sua visita, que Sua Majestade devia cometer ao bispo da Guarda com a maior brevidade.1634-08-19. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 119, n.º 57
  • Carta por que o rei declara às pessoas que devem de haver as comendas da Ordem de Cristo, que ser ergueram nos 20000 documentos impostos nas igrejas e mosteiros deste reino.1514-10-24. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 16, n.º 62.
  • Alvará para João de Souro, corregedor da comarca da Estremadura tomar posse das igrejas que o papa Leão X aplicou para as comendas da Ordem de Cristo, em cumprimento dos 20.000 ducados, em que se tinha establecido das ditas comendas.1515-04-20. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 17, n.º 112.
  • Instrução régia para o doutor João de Faria requerer ao papa a administração do mestrado da Ordem de Cristo. 1522-07-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 28, n.º 42.
  • Carta do licenciado Jorge de Penharanda representando ao rei D. João III que em cumprimento da sua real ordem foi a Castro Marim para se informar do estado da Igreja de Santa Maria da Ordem de Cristo e só achara a Igreja de Santiago pertencer sua apresentação ao mestre da Ordem de Santiago e que os dízimos se repartiam pelo mestre, bispo e cabido.1530-01-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 44, n.º 59.
  • Alvará para o chanceler-mor e o licenciado Rui da Grã ouvirem Pedro Lopes Cardoso, ouvidor do mestrado da Ordem de Cristo, sobre uma inquirição que tinha sido tirada contra ele a favor de D. João de Sousa.1505-08-12. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 5, n.º 35.
  • Carta para o prior de Tomar lançar o hábito da Ordem de Cristo a António Carneiro, segundo as circunstâncias declaradas. 1505-09-03. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 5, n.º 37.
  • Alvará de D. João III para que frei de Lisboa, governador de Nosso Senhor Jesus Cristo, receber a profissão de frei D. Jorge da Silva, cavaleiro da Ordem de Cristo e professor no Convento de Tomar.1533-06-22. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 51, n.º 60.
  • Alvará do rei para Manuel Velho mandar fazer 3 cruzes de ouro da Ordem de Cristo e as entregue a Bartolomeu de Paiva, camareiro e guarda-roupa do mesmo senhor.1535-08-31. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 55, n.º 145.
  • Carta do licenciado Sebastião da Fonseca dando parte a D. João III que em observância da sua real ordem mandava avaliar os terrenos para se edificar o Mosteiro da Ordem de Cristo. 1541-01-30. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 69, n.º 25.
  • Carta da Câmara de Castro Marim queixando-se ao rei que sendo aquela vila do mestrado da Ordem de Cristo o corregedor da comarca de Tavira entrara nela por correição, quebrantando seus privilégios e fazendo grande vexação ao povo, pedindo ao dito senhor ordenasse que os corregedores da dita comarca fossem seus ouvidores.1548-12-15. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 81, n.º 114.
  • Carta de Baltasar de Faria dando parte ao rei representar ao papa querer o rei a administração dos mestrados que andavam desanexados da Coroa, da mesma forma que tinha a da Ordem de Cristo, cuja graça lhe concedeu, sem embargo das muitas dúvidas dos cardeais. 1550-09-02. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 85, n.º 5.
  • Carta do cardeal Sam Giorgio dando parte ao rei que sabendo pelo comendador-mor da Ordem de Cristo, seu embaixador em Roma, a vontade do mesmo senhor e ser do padroado real a Igreja da Raiva logo remetera a procuração ao dito para, em seu nome, a renunciar a favor do criado do senhor infante D. Luís.1552-01-17. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 87, n.º 60.
  • Carta de D. Pedro Álvares dando parte ao rei estar concedido a confirmação da regra da Ordem de Cristo e que, feitas as bulas, logo as remeteria.1554-08-25. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte I, mç. 93, n.º 81.
  • Traslado da carta de D. Diogo Pinheiro, vigário -geral da Ordem de Cristo, a confirmar Jorge Dias como capelão das freguesias de São Jorge e Santana da ilha da Madeira. 1509-08-05. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 104, n.º 67
  • Cópia da bula do Papa Paulo IV sobre 50 igrejas da Ordem de Cristo serem erigidas em comendas, etc. 1556-02-19. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 131, n.º 155.
  • Conhecimento de Sebastião Coelho, cavaleiro da Casa do rei e comendador da Ordem de Cristo, por que consta recebera de Francisco Lobo, feitor do rei em Andaluzia os mantimentos nele declarados. 1529-07-01. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 156, nº 110.
  • Carta por que o comendador, visitadores e deputados da Ordem de Cristo fizeram a Fernando Gonçalves, tesoureiro da igreja de S. Maria da vila de Castelo Branco. 1509-02-26. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 16, n.º 115.
  • Provisão para se pagar ao Dr. Afonso Anes, desembargador da Casa da Suplicação e procurador dos feitos da Ordem de Cristo, de 15 mil réis de mantimento com o dito ofício. 1513-04-04. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 38, n.º 7.
  • Traslado da carta do rei como regedor e administrador da Ordem de Cristo, apresentando João Vieira para raçoeiro da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Machico, ilha da Madeira, em substituição de Diogo Anes que renunciou.1513-08-19. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 41, n.º 98.
  • Carta de D. Manuel I, como administrador da Ordem de Cristo, apresentando Gonçalo Arrais para beneficiado na igreja de Nossa Senhora da Conceição de Machico, ilha da Madeira. 1515-05-11. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 57, n.º 72.
  • Aviso para que todas as pessoas a quem se havião de passar cartas para passarem aos lugares de África, a vencerem as comendas dos mosteiros e igrejas da Ordem de Cristo que o Santo Padre lhes outorgava ,suspendessem suas idas até nova resolução do rei. Assinado por António Carneiro.1515-09-05. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 60, n.º 78.
  • Mandado pelo qual o rei ordena ao almoxarife das jugadas de Santarém que dê a João Fernandes, escrivão da Ordem de Cristo na dita vila, um moio de trigo e 300 réis em dinheiro de seu mantimento deste ano. 1518-07-24. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 76, n.º 94.
  • Bula do Papa Leão X concedida ao rei D. Manuel I para poder desanexar dos mosteiros das ordens de S. Bento, Santa Cruz e de Cister bens que chegassem até à quantia de 20 mil cruzados para erigir novas comendas na Ordem de Cristo para se darem aos cavaleiros que servissem nos lugares nas conquistas de África e da Ásia.1514-04-29. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 82, n.º 163
  • Traslado da carta de D. Manuel, regedor e governador da Ordem de Cristo e duque de Beja, em que nomeia D. Frei Nuno Cão, mestre em teologia, por vigário de Santa Maria da vila do Funchal.1520-05-05. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 89, n.º 68.
  • Traslado da carta de D. Manuel, duque de Beja, como governador e administrador da Ordem de Cristo, a apresentar Mestre Nuno Cão para vigário da igreja de Santa Maria do Funchal.1520-11-20. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 92, n.º 118.
  • Mandado de D. Diogo da Gama, prior da Ordem de Cristo, para o recebedor das sisas de Tomar não duvidar de pagar a tença a frei Rodrigo Pinto, que tinha no dito almoxarifado, sem outra ordem em contrário. 1521-02-16. Portugal, Torre do Tombo, Corpo Cronológico, Parte II, mç. 94, nº 67.
  • Cópia autêntica da bula do Papa João XXII de fundação da Ordem de Cristo e concessão de privilégios.1429-05-07. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 5, n.º 4
  • Bula “Ad audientiam” do Papa Urbano VI dirigida ao deão da Sé de Coimbra mandando-lhe que procure fazer a incorporação dos bens alienados da Ordem de Cristo, pertencentes à casa de Castro Marim, na diocese de Silves.1389. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 5, n.º 40.
  • Bula “Magne devotionis” do Papa Bonifácio IX dirigida ao mestre e freires da Ordem de Cristo em Portugal e Algarves mandando que o prior da casa conventual da Ordem de Cristo aceite para cura da igreja paroquial da vila de Tomar, diocese de Lisboa, o professo indicado pelo mestre e freires da dita ordem.1389. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 6, mç. 1, n.º 4.
  • Carta de mercê de D. João I ao mestre da Ordem de Cristo e ao seu ouvidor para que este possa ouvir e livrar as apelações nas terras da ordem em que estiver. 1396-08-11. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 32, n.º 13
  • Bula “Ad audientiam nostram” do Papa João XXII dirigida ao abade do Mosteiro de Santa Maria de Seiça, da diocese de Coimbra, mandando que os abades do Convento de Tomar e Leça procurem incorporar na Ordem de Cristo os que que andam alienados. 1317. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 5, n.º 3.
  • Carta de D. Afonso V outorgando e concedendo à Ordem de Cristo a espiritualidade da Guiné, Núbia e Etiópia, sendo seu administrador o Infante D. Henrique.1454-06-07. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 35, n.º 8
  • Carta de mercê de D. João III de confirmação do aforamento feito pela Ordem de Cristo a Rui Gonçalves de umas courelas na Ribeira, em Tomar.1525-10-10. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 38, n.º 31.
  • Carta de doação das ilhas de Jesus Cristo e da Graciosa feita pelo Infante D. Henrique ao infante D. Fernando, na condição que a espiritualidade ficasse com a Ordem de Cristo, mandando que os vigários que estiverem nas ditas ilhas digam para sempre uma missa cada sábado.1460-09-18. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 72, mç. 8, n.º 5.
  • Carta de doação das ilhas de São Luís, de São Dinis, de São Jorge, de São Tomás e de Santa Iria feita pelo Infante D. Henrique ao infante D. Fernando, na condição que a espiritualidade ficasse com a Ordem de Cristo.1460-09-18. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 72, mç. 8, n.º 6.
  • Carta de doação da Igreja de Nossa Senhora de Belém e seu padroado feita pelo Infante D. Henrique à Ordem de Cristo.1460-09-18. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 72, mç. 8, n.º 7.
  • Carta de doação da Igreja de Santa Maria em Ceuta feita pelo Infante D. Henrique à Ordem de Cristo.1460-09-19. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 72, mç. 8, n.º 8.
  • Carta do Infante D. Henrique dando determinações a Antão Gonçalves, cavaleiro da Ordem de Cristo e escrivão da puridade da alcaidaria de Tomar.1456-03-05. Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, cx. 72, mç. 8, n.º 11.
  • Relação das comendas da Ordem de Cristo nos diferentes bispados de Portugal, com indicação dos seus rendimentos. Portugal, Torre do Tombo, Condes de Linhares, mç. 27, doc. 76.
  • “Alvará régio concedendo a D. Jorge de Lemos, bispo do Funchal, autorização para conhecer as causas cíveis e crimes dos freires da Ordem de Cristo, residentes no bispado”.1564-10-09. Portugal, Torre do Tombo, Cabido da Sé do Funchal, mç. 2, n.º 41
  • “O chefe do Estado, almirante Américo Tomás, impondo à Dra. Conceição da Costa Neves (deputada brasileira) as insígnias da Ordem de Cristo”.1961-11-27. Portugal, Torre do Tombo, Empresa Pública Jornal O Século, Álbuns Gerais n.º 143, doc. 2422AM
  • Instrumento com o teor do Foral de Arreigada, dado pelo mestre da Ordem de Alcântara, e tombo da comenda de Arreigada, da Ordem de Cristo, feito pelo visitador Diogo da Cunha.1399-05-12 / 1519-12-10. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 1, mç. 6, n.º 4.
  • Alvará pelo qual se mandava dar em traslado ao doutor Pedro Alvares, contador da Ordem de Cristo, todos os papéis pertencentes à mesma Ordem.1559-07-25. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 13, mç. 8, n.º 34.
  • Carta de doação feita por D. Dinis ao mestre da Ordem de Cristo das igrejas das vilas de Soure e Pombal, com obrigação de pagar aos mestres do Estudo de Coimbra outros ordenados. 1323-01-18. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 3, mç. 4, n.º 12.
  • Instituição dos freires e comendadores da Ordem de Cristo, de seus bens e coisas, com declaração do que pertence ao ofício do comendador-mor e vigário.1321-06-11. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 1, n.º 2
  • Processo (traslado) do núncio apostólico, António Puccio, a respeito das igrejas que tomara para as comendas da Ordem de Cristo.1515-03-31. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 1, n.º 8
  • Bula “Desiderantes ab intimis”, do papa João XXII, remetida a Egídio Martins, grão-mestre da Ordem de Cristo, pela qual nomeava para administrador do mosteiro da mesma Ordem, o abade de Alcobaça e seus sucessores. 1319-03-15. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 11, n.º 5.
  • Carta de frei António de Lisboa a D. João III pedindo-lhe que ordenasse que todos os negócios pertencentes ao mestrado da Ordem de Cristo fossem despachados por ele, pela grande experiência que deles tinha. 1537-11-07. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 11, n.º 8
  • Carta de posse que D. João III, por seu procurador, tomou do mestrado da Ordem de Cristo, que tinha sido anexado à Coroa pela bula do papa Júlio III.1552-08-13. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 11, n.º 9.
  • Bula “Ex debito ministerii” do papa Leão X pela qual a pedido de D. Manuel I concedeu os privilégios a todos os cavaleiros da Ordem de Cristo de eleger confessor e comungar, mesmo na Páscoa, sem licença do prior.1514-03-31. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 12, n.º 19.
  • Bula “Eximiae devotionis affectus” do papa Adriano VI, pela qual, por falecimento de D. Manuel I, concedia a D. João III o mestrado e administração da Ordem de Cristo, com todas as suas jurisdições.1522-03-19. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 12, n.º 21.
  • Breve “Exposuit nobis dilectus filius” do papa Adriano VI, pelo qual aconselhava D. João III a nomear pessoas idóneas para administrar os mosteiros e igrejas da Ordem de Cristo.1522-05-13. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 13, n.º 1.
  • Regimento da Ordem de Cristo.1326-08-10. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 13, n.º 27.
  • Carta de escambo feito entre o rei D. Fernando e o mestre da Ordem de Cristo, pelo qual deu Castelo de Vide e recebeu Castro Marim.1372-11-07. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 14, n.º 1.
  • Auto de posse que D. João III tomou, por seu procurador, do mestrado da Ordem de Cristo para andar unido perpetuamente à Coroa, em virtude da bula do papa Júlio III.
  • 1552-08-13. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 14, n.º 4.
  • “Constituições da Ordem de Cristo pelo que tocava ao governo espiritual de suas igrejas e jurisdição eclesiástica”.1555-01-12. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 15, n.º 1.
  • Processo discernido pelo núncio António Pucio a respeito da bula do papa Leão X, pela qual fora concedido a D. Manuel I que pudesse separar e desanexar dos mosteiros e igrejas da sua apresentação, vinte mil cruzados para criar novas comendas da Ordem de Cristo.1514-12-31. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 16, n.º 1.
  • Livro da visitação feita por Pedro de Sousa, visitador da Ordem de Cristo e de todos os bens, rendas e direitos que pertenciam à comenda da Ega, que era dos comendadores-mores.1595. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 18, n.º 4.
  • Caderno no qual se declarava as rendas, foros e direitos que o rei, como grão-mestre da Ordem de Cristo, e a mesma Ordem tinham em Tomar, Dornes, Pombal, Soure, Castelo Branco, Nisa, Mogadouro, Santarém, Vila Franca e Lisboa. Gavetas, Gav. 7, mç. 18, n.º 5.
  • Bula “Redemptor Noster Dominus Iesus Christus” do papa Leão X pela qual concedera a D. Manuel I licença para separar e desanexar dos mosteiros, priorados e igrejas paroquiais de Portugal, vinte mil cruzados de renda anual para erigir comendas da Ordem de Cristo.1514-04-29 / 1515-03-31.Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 2, n.º 10.
  • Rol das vilas e igrejas do mestrado da Ordem de Cristo, com suas rendas, visitações e apresentações.1570. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 2, n.º 3.
  • Bulas (pública-forma) feitas a respeito da jurisdição que devia ter o vigário da igreja de Santa Maria de Tomar, nas quais se determinava que o prior do convento da mesma vila instituisse por vigário aquele que fosse apresentado pelo mestre e convento da Ordem de Cristo, e se concedia vários privilégios. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 3, n.º 12.
  • Bula (pública-forma) pela qual foi confirmada a João Gonçalves, capitão da ilha da Madeira, a doação das redízimas das rendas que o mestrado da Ordem de Cristo tinha na dita ilha, que lhe fora feita pelos infantes D. Henrique e D. Fernando.1471-02-18. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 3, n.º 16.
  • Bula (cópia) “Magnae devotionis sinceritas” do papa Bonifácio IX a respeito da jurisdição que devia ter o vigário da igreja de Santa Maria do Olival, e pela qual ordenava que o prior do convento de Tomar devia instituir vigário aquele que o mestre e convento da Ordem de Cristo determinassem. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 3, n.º 30.
  • Bula “Romani Pontificis Sacri Apostolatus” do papa Alexandre VI pela qual a pedido de D. Manuel I, como grão-mestre da Ordem de Cristo, e de todos os comendadores e priores da mesma Ordem e da Ordem de Avis, consentia que todos os cavaleiros pudessem contrair matrimónio, sem embargo do voto de castidade e qualquer estatuto da mesma Ordem.1496-06-20. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 3, n.º 32.
  • Bula “Eximiae devotionis affectus” do papa Júlio II pela qual concedia licença a D. Manuel I para edificar um convento da Ordem de Cristo para recolhimento de mulheres, que depois pudessem contrair matrimónio do mesmo modo que os cavaleiros.1505-07-12. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 3, n.º 33.
  • Bula “Honestis votis tuis” do papa Leão X pela qual concedera a D. Manuel I a faculdade de, dentro de um ano, poder erigir mais comendas da Ordem de Cristo, além das que já instituíra com os vinte mil cruzados.1516-01-19. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 6, n.º 1.
  • Auto da intimação que se fez ao bispo e cabido de Évora, por causa da bula que o papa Júlio II concedera à Ordem de Cristo, pela qual se estabelecia que os dízimos das terras que se rompessem e aproveitassem, nos trinta primeiros anos, fossem para os comendadores da Ordem de Cristo.1508-08-08. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 6, n.º 5.
  • Bula (cópia) “Romani Pontificis Sacri Apostolatus” do papa Alexandre VI pela qual a pedido de D. Manuel I, como grão-mestre da Ordem de Cristo, e de todos os comendadores e priores da mesma Ordem e da Ordem de Avis, autorizava que os cavaleiros destas Ordens pudessem contrair matrimónio, sem embargo do voto de castidade ou outro qualquer estatuto.1496-06-20. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 7, n.º 11.
  • Instrumento de intimação que contém a bula “Redemptor noster Dominus Iesus Christus” do papa Leão X, inserta num executorial, passado em nome do núncio António Puccio, pela qual concedera a D. Manuel I que pudesse tirar dos mosteiros e igrejas paroquiais de Portugal que escolhesse, vinte mil cruzados de renda para criar novas comendas da Ordem de Cristo.1515-04-16. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 7, n.º 26.
  • Certidão com o teor duma carta de privilégios dada por D. Sebastião, confirmando dois alvarás de D. João III ao convento de Tomar e a outros da Ordem de Cristo.1752-11-24. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 7, n.º 27
  • Bula “Redemptor Noster Dominus Iesus Christus” do papa Leão X pela qual concedera licença a D. Manuel I para separar dos mosteiros, priorados e igrejas paroquiais de Portugal vinte mil cruzados de renda anual, para com eles fazer novas comendas da Ordem de Cristo, e dava ainda poder ao bispo de Ceuta e ministro da Trindade para darem posse aos nomeados para as ditas comendas.1514-04-29. Portugal, Torre do Tombo, Gavetas, Gav. 7, mç. 8, n.º 3.
  • “Crónica e história que trata dos grandes e assinados feitos do excelente e invencível capitão muito ilustre conde D. Duarte de Meneses, conde de Viana, capitão e governador de Alcácer em África, alferes-mor do invictíssimo rei D. Afonso de Portugal […], por Gomes Eanes de Zurara, comendador da Ordem de Cristo e cronista do dito senhor rei e guarda-mor do tombo do seu reino”.1460. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da livraria, n.º 520
  • Certidão de inquirição passada por José de Seabra da Silva, guarda mor da Torre do Tombo, a pedido do padre procurador geral da Ordem de Cristo.1772-01-08. Portugal, Torre do Tombo, Ordem de Cristo e Convento de Tomar, Documentos particulares, mç. 52, n.º 563.
  • “Alvará mandando que se leia no Colégio dos padres da Ordem de Cristo um curso de Artes”.1557-02-01. Portugal, Torre do Tombo, Armário Jesuítico, liv. 7, f. 46.
  • “Alvará mandando que não seja admitida pessoa alguma a ouvir o curso das Artes que se lê no colégio dos padres da Ordem de Cristo”.1557-02-10. Portugal, Torre do Tombo, Armário Jesuítico, liv. 7, f. 46
  • Parecer “sobre se devem pagar dízimos os comendadores da Ordem de Cristo”. Portugal, Torre do Tombo, Armário Jesuítico, liv. 14, f. 136.
  • Minuta da carta do rei D. Manuel I ao corregedor da comarca do Minho, Rui Rodrigues na qual lhe ordenava que tomasse posse das igrejas e mosteiros pertencentes à sua comarca, de modo a incluí-los nas comendas da Ordem de Cristo, na forma da bula que lhe remetia, a qual pedia lha tornasse a enviar com os autos das ditas posses. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 877, n.º 291.
  • Minuta da carta do rei a João Rodrigues em que lhe dava conta que pelas definições e estatutos que o rei seu pai fizera como administrador perpétuo e governador da Ordem de Cristo se estabelecera que ninguém com menos de catorze anos tomasse o hábito da dita Ordem, e que tendo o dito seu pai outorgado a D. Francisco Coutinho, filho de D. Luís Coutinho, fidalgo da sua casa, o hábito da dita Ordem pelos muitos serviços e merecimentos do seu pai, tinha ordenado a D. Miguel, seu embaixador na Corte de Roma, que alcançasse do Papa a necessária dispensa, em virtude do referido D. Francisco Coutinho ainda não ter a idade requerida, a qual por falecimento do dito Papa não se chegou a expedir, pelo que lhe encomendava que conseguisse do Papa a respectiva dispensa. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 879, n.º 159.
  • Minuta da carta do rei D. João III ao prior da Ordem de Cristo dizendo-lhe que enviava a Roma, ao Papa, Aires de Sousa, do seu Conselho, para, entre outras coisas, obter uma bula para ser governador e administrador da mesma Ordem, como fora o rei seu pai, pelo que lhe ordenava que procurasse no cartório do dito convento a bula concedida ao seu pai a fim de poder servir de modelo na elaboração da que desejava obter. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 879, n.º 76.
  • Exposição ao rei a respeito do breve que Aires de Sousa trouxe de Roma, relativo à administração do Mestrado da Ordem de Cristo. Portugal, Torre do Tombo, Colecção de cartas, Núcleo Antigo 881, n.º 173.
  • Ponderações extraídas de bula relativas à instituição e reforma da Ordem de Cristo. Portugal, Torre do Tombo, Casa de Santa Iria, cx. 1, doc. 17.
  • Cópia das normas de aplicação do Regimento de ordenação da Ordem de Cristo de 1326.Portugal, Torre do Tombo, Casa de Santa Iria, cx. 1, doc. 73.
  • Fragmento de minuta de alvará para o contador do Mestrado de Cristo e para o licenciado Pêro Borges, juiz de fora em Tomar, para que nenhum cavaleiro nem clérigo sejam dispensados de pagar o oitavo à Ordem de Cristo. Portugal, Torre do Tombo, Fragmentos, cx. 3, mç. 1, n.º 114.
  • “Aviso para os oficiais da casa acompanharem el-rei que comungava na Capela Real com os Cavaleiros da Ordem de Cristo, no dia da Exaltação da Cruz”. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, nº 167 (131).
  • “Nomeação pelo rei de D. Prior, Visitadores, [?] da Ordem de Cristo”.1686. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, nº 167 (150).
  • “Carta do D. prior de Tomar para o rei D. João III, dando-lhe parte de se não achar no cartório daquele convento o auto de posse que se deu a Sua Alteza do Mestrado da Ordem de Cristo”.1550-10-04. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 169 (31).
  • “Provisão do rei D. Afonso VI sobre a forma com que havia de ser expulso da Ordem de Cristo D. Fernando Teles de Faro, para ser processado pela traição de passar-se a Castela, sendo embaixador extraordinário de Portugal em Holanda”.1662 / 1683. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 170 (58).
  • “Catálogo dos livros do Real Convento de Nossa Senhora da Luz da Ordem de Cristo”. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 899.
  • “Alvará porque Vossa Majestade há por bem declarar que todos os dons priores gerais da Ordem de Cristo, que por Vossa Majestade forem confirmados, devem usar, durante o tempo do seu governo, dos hábitos prelatícios, roquete e murça extra claustra, como usam os priores mores de Santiago da Espada e de São Bento de Avis”.1765-01-15. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria n.º 1119 (67).
  • Parecer sobre se é considerada lícita a venda de um hábito e tença da Ordem de Cristo.1600 / 1700. Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 1122 (62).
  • Pedido de envio de uma reprodução da Condecoração da Ordem de Cristo feito por Pierre Lepesqueux. 1984-10-15. Portugal, Torre do Tombo, Secretaria de Estado da Cultura, Gabinete, 1.ª Série, cx. 420, n.º 15.
…e na Biblioteca da Torre do Tombo

  • D. Manuel I a Ordem de Cristo e a Comenda de Soure: V Centenário da subida ao trono de D. Manuel: [catálogo de exposição]. Soure: Câmara Municipal de Soure, 1996. Cartório da Ordem de Cristo, nº 132. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, CE 198.
  • VITERBO, Sousa – A Ordem de Christo e a música religiosa nos nossos domínios ultramarinos. Coimbra: Edição do autor, 1910. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420(4).
  • VITERBO, Sousa – A Ordem de Christo e a Música Sagrada nas suas igrejas do Continente (Obra póstuma). Coimbra: Edição da Família do Autor, 1911. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420(5).
  • GUIMARÃES, Vieira – Marrocos e três mestres da Ordem de Cristo. Lisboa: Academia das Ciências, 1916. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1763.
  • GUIMARÃES, J. Vieira da S. – A Ordem de Christo. Lisboa: Empresa da História de Portugal, 1901. Contém Lista dos nomes dos Mestres da Ordem dos Templários, Lista dos Mestres, Governadores e Administradores do Mestrado de Cristo, Lista dos Priores Móres e Gerais da ordem de Cristo, desde a reforma de D. João III até à extinção das Ordens Monásticas e índice dos Artistas do Convento de Cristo. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1788.
  • MATOS, Lourenço Correia de – Um caderno de cavaleiros da Ordem de Cristo por Frei Tomás Correia de Sá. Porto: Centro de Estudos de Genealogia e Heráldica da Universidade do Porto, 2000. Separata da revista de Genealogia e Heráldica, Nº 3. Parte 1. Parte 2. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1788.
  • Tombos da Ordem de Cristo / org. Iria Gonçalves. – 1ª. ed.. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. Centro de Estudos Históricos, 2002-2009. 7 V. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 319/02 (1-7) 271.
  • EXPOSIÇÃO EX-LIBRIS COM A CRUZ DA ORDEM DE CRISTO, Tomar, Biblioteca Municipal Manuel Cartaxo da Fonseca, 22 Fevereiro a 8 de Março de 2003, dir. e coord. Segismundo Pinto. Tomar: Pelouro do Turismo, 2003. ISBN 972-95880-5-8. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, CE 407 DEP.
  • D. Manuel I: a Ordem de Cristo e a Comenda de Soure: V centenário da subida ao trono de D. Manuel. Lisboa: Comissão Nacional para a Comemorações dos Descobrimentos Portugueses; Soure: Câmara Municipal, 1997. Actas do ciclo de conferências realizado em Maio de 1996 no âmbito do programa de actividades complementares da exposição D. Manuel I, a Ordem de Cristo e a Comenda de Soure. CNCDP ANTT. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 294/03 DEP.
  • ORDEM DE CRISTO – Definições e estatutos dos cavalleiros & freires da Ordem de N. S. Jesu Christo, com a historia da origem, & principio della… Em Lisboa: por Pedro Craesbeeck, 1628. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SP 887 C.F.
  • Uma visitação da Ordem de Cristo no ano de 1505. Lisboa: com um estudo por José Mendes da Cunha Saraiva. Lisboa: Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, 1944. (Publicações do Arquivo Histórico do Ministério das Finanças ; 8). Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 4261 (6).
  • SILVA, Isabel L. Morgado de Sousa e – A Ordem de Cristo (1417-1521). Dir. Luís Adão da Fonseca. Porto: Fundação Eng. António José de Almeida, 2002. Separata da revista “Militarium Ordinum Analecta”, nº 6 (2002). Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 271(469).
  • TAVARES, Maria José Pimenta Ferro – As doações de D. Manuel, duque de Beja a algumas igrejas da Ordem de Cristo. Lisboa: [s.n.], 1971. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 8507
  • CASTELO BRANCO, Manuel da Silva – Inéditos da Crónica da Ordem de Cristo de Fr. Bernardo da Costa. Santarém: Assembleia Distrital, 1980. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 8496.
  • DIAS, Pedro – Visitações da Ordem de Cristo de 1507 a 1510: aspectos artísticos. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade, 1979. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 8501.
  • COLÓQUIO INTERNACIONAL “CISTER, OS TEMPLÁRIOS E A ORDEM DE CRISTO”, 1, Tomar, Convento de Cristo, 2012. Ed. José Albuquerque Carreiras, Giulia Rossi Vairo ; prod. Instituo Politécnico de Tomar. Tomar: Ed. dos Autores, 2012. ISBN 978-972-9473-59-3. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 271
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa no Brasil (Bahia de Todos os Santos, S. Luis do Maranhão, Pernambuco e S. Sebastião do rio de Janeiro.
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa nos Açores. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (4).
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa na Madeira. – Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1402 (4).
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa em Mazagão. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (4).
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa em Cabo Verde. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (4).
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa na Ilha de S. Tomé. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (4).
  • A Ordem de Cristo e a música religiosa em S. Paulo de Luanda. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (4).
  • A Ordem de Cristo e a música sagrada. Transcrição de documentos, Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (5).
  • Comenda da Ordem de Cristo a D. Henrique de Portugal, por Filipe II. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SV 1420 (15).
  • COUTINHO, José Joaquim da Cunha de Azeredo – Alegação jurídica na qual se mostra, que saõ do Padroado da Coroa, e naõ da Ordem Militar de Cristo, as Igrejas, Dignidades e Beneficios dos Bispados do Cabo de Bojador para o Sul, em que se compreendem os Bispados de Cabo Verde, S. Thomé, Angola, Brazil, India, até à China: oferecida a Sua Alteza o Principe do Brazil Regente de Portugal / por D. Joze Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho, Bispo de Parnambuco, Eleito de Bragansa, e Miranda, do Conselho de Sua Magestade. Lisboa: na Of. de António Rodrigues Galhardo, Impresor dos Conselhos de Guerra, e do Almirantado, 1804. Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, SP 1992.
  • SANTOS, José Maria Simões dos – D. Frei Gonçalo de Sousa, Comendador-Mor da Ordem de Cristo. [S.l.: Cadernos do Barão de Arede, 2015]. Separata de Cadernos do Barão de Arede, nº 3 (Julho-Março 2015). Portugal, Torre do Tombo, Biblioteca, 929.52.
Última Actualização: 8 de Abril de 2019
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